Categoria: Artigos
Data: 10/02/2026
“Faze o bem, Senhor, aos bons e aos retos de coração." (Salmo 125.4)
É frustrante quando tentamos andar no caminho certo e somos cercados por pessoas que escolhem justamente o oposto. O peregrino nem sempre anda em boa companhia. Às vezes há influências perversas, pressões externas e até injustiças contra quem escolhe viver corretamente, com integridade. Nessas horas surge a dúvida: vale a pena continuar andando com retidão se o mal sempre parece vencer?
Neste cântico de romagem o salmista ora: “Faze o bem, Senhor, aos bons e aos retos de coração.” O Mestre Jesus Cristo não está afirmando que os bons merecem bênçãos, mas clamando pela grande e eterna fidelidade de Deus sobre os fiéis. Mesmo quando os perversos prosperam por um tempo, o Senhor Deus conhece os que lhe pertencem. Ele vê o coração das pessoas, sustenta os que andam com a verdade e guarda os passos do justo com sua bondade imerecida.
O Filho de Deus Jesus Cristo mesmo andou por esse caminho. Foi reto, íntegro, irrepreensível e, mesmo assim, sofreu rejeição, dor e cruz. Mas, ao ressuscitar, mostrou que o caminho da cruz termina em glória. Nele aprendemos que a retidão não é garantia de conforto, mas de presença divina. O caminho do peregrino é estreito, mas nele há bondade, porque o único e eterno Deus caminha junto com quem anda com integridade.